O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Comissão Mista de Orçamento e aliado de Arthur Lira, determinou que comissões da Câmara não realizem sessões ou atos de homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão derruba iniciativas de parlamentares da oposição que buscavam reconhecer a liderança e o legado político de Bolsonaro. A justificativa usada por Motta faz referência a supostas restrições relacionadas à situação jurídica do ex-presidente. Críticos veem dois pesos e duas medidas: figuras de esquerda com condenações, investigações ou histórico de corrupção já foram amplamente celebradas no Congresso sem qualquer impedimento formal. Para deputados conservadores, o veto é mais um capítulo da perseguição política que tenta apagar Bolsonaro da vida pública, mesmo ele sendo um dos líderes mais populares do país. A medida alimenta a narrativa de que o sistema atua em bloco — STF, governo e agora setores do Congresso — para sufocar a direita institucionalmente. Enquanto isso, pedidos de homenagem a artistas financiados com dinheiro público, ex-governantes envolvidos em escândalos e militantes ideológicos seguem sem resistência. Quando o nome é Bolsonaro, vale censura.
Hugo Motta proíbe homenagens a Bolsonaro nas comissões da Câmara
Direita ocupa Brasília em ato contra perseguição a Bolsonaro
Brasília foi palco, neste domingo (21), de um grande ato promovido por brasileiros indignados com mais uma operação arbitrária da Polícia Federal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A manifestação reuniu apoiadores, lideranças políticas e populares que denunciaram o caráter persecutório das investidas do Judiciário e do governo contra a direita no país. Em clima de revolta e resistência, os manifestantes se concentraram na Esplanada dos Ministérios carregando bandeiras do Brasil, faixas em defesa da liberdade e cartazes contra o ministro Alexandre de Moraes, apontado como símbolo do autoritarismo atual. O ato foi marcado por discursos contundentes de parlamentares da oposição, que denunciaram o uso da máquina estatal para perseguir adversários políticos. Eles lembraram que as ações da Polícia Federal têm ocorrido em sequência, sem provas concretas, mas sempre com ampla repercussão midiática — o que evidencia a tentativa de manchar a imagem de Bolsonaro e calar o movimento conservador. A manifestação mostra que a direita segue viva e mobilizada. O povo brasileiro tem dado provas de que não aceitará calado a escalada de autoritarismo e a tentativa de transformar o Brasil em uma república onde só uma ideologia pode se manifestar livremente. Enquanto Lula se reúne com líderes de esquerda no exterior, o Brasil real, nas ruas, clama por justiça, liberdade e respeito à democracia.
Lula desembarca no Chile para reunião com líderes de esquerda, enquanto o Brasil enfrenta crise e abandono
O presidente Lula desembarcou nesta segunda-feira (22) no Chile, onde participa de mais uma cúpula da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos). O evento reúne principalmente líderes de esquerda da América Latina, como Gabriel Boric (Chile), Gustavo Petro (Colômbia) e Nicolás Maduro (Venezuela), em encontros que reforçam o alinhamento ideológico do petista com governos que compartilham sua agenda política. Mais uma vez, Lula volta a priorizar a agenda internacional e seus aliados ideológicos, enquanto o Brasil afunda em problemas urgentes: escalada da criminalidade, caos no INSS, desemprego, desvalorização da moeda e queda de confiança no governo. A comitiva presidencial — como já virou rotina — é extensa e custosa aos cofres públicos. Mesmo com o país em crise, Lula parece mais interessado em manter prestígio junto a líderes da esquerda latino-americana do que apresentar soluções para a população brasileira. A oposição critica duramente essa desconexão do governo com a realidade nacional. Para parlamentares conservadores, Lula ignora os problemas internos e prefere reforçar alianças com regimes autoritários e populistas da região, enquanto o povo brasileiro paga a conta — literalmente. A viagem ao Chile soma-se a uma longa lista de compromissos internacionais do presidente, que já consumiram milhões em recursos públicos, com pouco ou nenhum retorno efetivo ao país.
Deputado do Paraná protocolou ofício ao Senado cobrando máxima urgência na tramitação dos pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes e lança abaixo-assinado nas redes sociais
O deputado estadual Delegado Tito Barichello (União) formalizou nesta sexta-feira (18) um pedido ao Senado Federal para que seja analisado, com prioridade absoluta, o processo de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A solicitação, segundo o parlamentar, busca “resgatar o equilíbrio institucional entre os Poderes” e atender ao “clamor crescente da sociedade”.Além do protocolo oficial, deputado Xerifão também enviou um e-mail direto ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União/AP), no qual ressalta o caráter emergencial da demanda e cobra a imediata abertura dos procedimentos, nos termos do artigo 52, inciso II, da Constituição Federal.No comunicado, o parlamentar afirma:“Na qualidade de Deputado Estadual legitimamente eleito para representar a população do Estado do Paraná, venho, por meio deste, solicitar a Vossa Excelência, com a ‘MÁXIMA URGÊNCIA’, a apreciação e o regular prosseguimento do pedido de abertura de processo de impeachment contra o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.”“Cabe destacar que já foram protocolados 28 pedidos de impeachment contra o referido Ministro junto ao Senado Federal, o que evidencia não apenas a gravidade das condutas apontadas, mas também o crescente clamor da sociedade e de diversos setores jurídicos e políticos pela devida apuração dos fatos”, prossegue o texto.Xerifão argumenta que tais pedidos apontam indícios de violação aos princípios constitucionais da legalidade, imparcialidade e separação dos poderes — pilares do Estado Democrático de Direito. Ele ressalta que as reiteradas decisões do ministro Alexandre de Moraes têm gerado “profunda preocupação” quanto ao equilíbrio entre os Poderes da República.“Diante da relevância do tema e da responsabilidade constitucional atribuída ao Senado Federal, solicito a Vossa Excelência que, em nome da transparência institucional e da confiança da sociedade brasileira nas suas instituições, conceda o devido andamento a tais pedidos devidamente fundamentados neste Parlamento.”A iniciativa do deputado soma-se a manifestações anteriores de parlamentares e juristas contrários à atuação de Moraes, especialmente no âmbito de inquéritos que envolvem supostos ataques à democracia, desinformação e redes organizadas de fake news.Pressão políticaA urgência solicitada por Xerifão visa também pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União/AP), a se manifestar sobre os 28 pedidos de impeachment já protocolados e até hoje sem tramitação. Pela Constituição, cabe exclusivamente ao presidente da Casa decidir se os pedidos terão prosseguimento.Junte-se a nós: assine o abaixo-assinado pelo impeachment de Alexandre de Moraes.https://delegadotitobarichello.com.br/impeachmentdoalexandredemoraes
Manifestantes gritam “Fora, Moraes” em ato de apoio a Bolsonaro em Belo Horizonte
Na noite deste domingo (21), centenas de manifestantes se reuniram na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, para prestar apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e protestar contra o que consideram perseguição política por parte do Supremo Tribunal Federal, especialmente do ministro Alexandre de Moraes. Com faixas, cartazes e gritos de ordem, os manifestantes pediram o fim das investigações arbitrárias, denunciaram abusos de autoridade e cobraram respeito à Constituição. O ato foi pacífico, mas teve tom firme contra o ativismo judicial que, segundo os organizadores, tem sido usado para calar opositores do atual governo. O coro mais ouvido durante a manifestação foi “Fora, Moraes!”, em alusão ao ministro do STF que, segundo os presentes, vem ultrapassando os limites de sua autoridade, promovendo uma “caça política” contra Bolsonaro, seus apoiadores e parlamentares conservadores. Diversos participantes vestiam verde e amarelo, empunhavam bandeiras do Brasil e exibiam cartazes com frases como “Resistência democrática”, “Liberdade já” e “O povo está com Bolsonaro”. O protesto reforça o sentimento crescente de indignação entre milhões de brasileiros que enxergam nos recentes episódios uma tentativa de destruir a direita no Brasil através de perseguições judiciais e censura. Este foi mais um ato entre os diversos que vêm ocorrendo em várias partes do país, demonstrando que a base conservadora segue mobilizada, atenta e pronta para defender suas liberdades.
Após escândalo midiático, perícia conclui que pen drive apreendido em banheiro de Bolsonaro não tinha relevância
Mais uma tentativa de criminalizar o ex-presidente Jair Bolsonaro caiu por terra. A perícia realizada no pen drive apreendido pela Polícia Federal — encontrado de forma espetaculosa no banheiro da casa do ex-presidente — não revelou qualquer conteúdo relevante, segundo avaliação dos próprios investigadores. O episódio, amplamente explorado por setores da imprensa e por parlamentares alinhados à esquerda, agora se mostra como mais uma ação de pirotecnia judicial, sem qualquer base concreta, usada para fins políticos e desgaste midiático. De acordo com fontes da investigação, os dados armazenados no dispositivo não têm valor probatório nem ligação com os supostos crimes que motivaram a operação. Ainda assim, o fato foi usado para gerar manchetes sensacionalistas e sustentar a narrativa de “organização criminosa” atribuída a Bolsonaro e seus aliados. Críticos apontam que o uso da Polícia Federal — atualmente sob controle de aliados do governo Lula — em ações desproporcionais contra o ex-presidente reforça o cenário de perseguição institucional, no qual fatos irrelevantes ganham destaque enquanto escândalos envolvendo o atual governo são silenciados. Diante da escalada autoritária e do uso político de instituições que deveriam atuar com imparcialidade, a base conservadora segue mobilizada em defesa das liberdades e do devido processo legal.
Segurança mais rígida: Xerifão pede exame toxicológico para ingresso e permanência nas forças do Paraná
O deputado estadual Delegado Tito Barichello (União) apresentou o Requerimento nº 1764/2025 na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), solicitando o envio de expediente ao Secretário de Segurança Pública do Estado. O pedido visa a realização de estudos técnicos para incluir o exame toxicológico como critério obrigatório nos concursos públicos das forças de segurança estaduais, além da implantação de exames toxicológicos anuais para todos os servidores já em atividade. A proposta abrange a Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Científica, Polícia Penal e o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. A medida tem como objetivo reforçar a integridade, a ética e a aptidão dos profissionais que atuam diretamente na proteção da população e na preservação da ordem pública.Segundo o deputado, o uso de substâncias psicoativas pode comprometer o discernimento, a capacidade de reação, a tomada de decisões e até colocar em risco a vida de colegas e civis. “O exame toxicológico busca prevenir o uso de substâncias que afetem diretamente a atuação do servidor, a segurança das operações e a imagem institucional das corporações”, afirmou Xerifão. Além disso, ele ressalta que o exame não se trata de uma medida punitiva, mas preventiva e de responsabilidade pública, assegurando que apenas profissionais plenamente aptos assumam ou permaneçam em funções tão sensíveis. “Estamos falando de cargos de altíssima responsabilidade. Quem usa drogas ilícitas, por exemplo, não está em condições de portar uma arma, conduzir operações ou tomar decisões que afetam diretamente a vida de outras pessoas”, completou.A proposta está alinhada a diretrizes da Política Nacional sobre Drogas (PNAD) e segue o exemplo de estados que já adotaram medidas semelhantes, como São Paulo e Goiás. Em alguns desses locais, o exame toxicológico já é exigido tanto para ingresso quanto como parte da rotina dos servidores da segurança pública. Confiança e credibilidadeA iniciativa também busca resgatar e fortalecer a confiança da sociedade nas instituições de segurança pública. Ao garantir que seus agentes estejam livres do uso de substâncias ilícitas, o Estado transmite uma mensagem clara de compromisso com a legalidade, a ética e a responsabilidade institucional.“Esse tipo de medida traz benefícios diretos à população e também aos próprios profissionais, que passam a integrar uma corporação mais qualificada, segura e respeitada”, finalizou o deputado delegado Xerifão.
Diego Castro chama projeto de Hilton Coelho de ‘censura cristã’ e mobiliza cristãos por abaixo assinado
O deputado estadual Diego Castro (PL) criticou o projeto de lei apresentado pelo também deputado estadual Hilton Coelho (PSOL), que propõe a proibição e punição administrativa de práticas voltadas à tentativa de modificação da orientação sexual ou identidade de gênero de uma pessoa. O projeto, em tramitação na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), veda ações como internações, procedimentos cirúrgicos, uso de medicamentos e cultos com essa finalidade, prevendo multas progressivas e a cassação de licenças de funcionamento para instituições reincidentes. Em pronunciamento nas redes sociais, Diego classificou o texto como uma ameaça à liberdade religiosa e afirmou que a medida pode atingir lideranças cristãs que prestem aconselhamento a fiéis. “Esse projeto prevê punição para qualquer liderança religiosa. Ou seja, se um homossexual deseja ir ao gabinete de um pastor ou ao confessionário, na Igreja Católica, e confessa — de forma livre e espontânea — que quer deixar a sua orientação sexual e se converter ao cristianismo, a pessoa que o orientar poderá ser punida”, disse Diego. O parlamentar bolsonarista também se dirigiu diretamente a eleitores cristãos e questionou a coerência do projeto. “Você, cristão, preste muita atenção em quem você vai direcionar o seu voto em 2026. Cristãos não podem votar em socialistas, em partidos de esquerda. Quem vota, está colaborando contra a liberdade de culto, contra a liberdade de pregar o evangelho, dentro e fora das igrejas”, afirmou. “Na justificativa do projeto, fala-se muito em respeito às escolhas, à liberdade individual, à orientação sexual, à livre e espontânea vontade das pessoas. Mas veja a contradição: se um homossexual entender, como já aconteceu em vários casos, que quer deixar essa prática e se converter ao evangelho, as pessoas que o ajudarem estarão sujeitas a sanções”, acrescentou Diego. Diego Castro ressaltou ainda que já havia protocolado um projeto na AL-BA intitulado Estatuto da Liberdade Cristã, com medidas voltadas à garantia da liberdade de pregação do evangelho. Segundo ele, o texto propõe mecanismos legais de proteção à fé cristã, além de benefícios tributários e liberdade de ensino religioso. “Trata-se de um diploma legal que se contrapõe a esse projeto de lei do inferno que querem instituir aqui.” O deputado anunciou que disponibilizou em suas redes sociais um abaixo-assinado virtual contra o projeto de Hilton Coelho e em apoio à sua própria proposta. Ele também afirmou que pretende ingressar com um mandado de segurança e com um habeas corpus preventivo para garantir a liberdade de manifestação religiosa e de locomoção de cristãos no estado. “Estamos entrando com habeas corpus preventivo para resguardar esse direito dos irmãos cristãos no nosso estado”, declarou. “Irmãos, vamos nos unir nessa corrente”, completou Diego.
Diego Castro enfrenta PT e propõe fim da ‘aprovação de fachada’ nas escolas da Bahia
O deputado estadual Diego Castro (PL) apresentou, nesta quinta-feira (10), um projeto de lei que visa proibir a aprovação automática de estudantes da rede estadual de ensino. A proposta pretende revogar normas como a Portaria nº 190/2024 da Secretaria de Educação, que permite a progressão escolar mesmo sem que o aluno atinja média suficiente ou frequência mínima. De acordo com o texto, os estudantes só poderão avançar de série caso obtenham nota igual ou superior a 5,0 em todas as disciplinas, frequência mínima de 75% e, quando necessário, participem de atividades de recuperação. A proposta também garante um programa de reforço paralelo, com aulas extracurriculares e apoio pedagógico, para aqueles que não atingirem o desempenho exigido. Na justificativa, Diego Castro faz duras críticas à política educacional do governo Jerônimo Rodrigues (PT), classificando a portaria como um “retrocesso inaceitável” e uma tentativa de “maquiar os índices de aprovação”. Segundo o parlamentar, a medida “desvaloriza o papel do professor, ignora o esforço dos alunos dedicados, fragiliza o compromisso das famílias com o processo educacional e alimenta um ciclo de desresponsabilização”. “A Bahia não pode continuar entre os piores sistemas de ensino do país e fingir que está tudo bem. A aprovação automática é um sintoma da falência de uma política educacional que precisa mudar com urgência — com seriedade, responsabilidade e compromisso real com a aprendizagem”, emendou Diego.
Nordeste será duramente afetado por taxação dos EUA, e culpa recai sobre diplomacia fracassada de Lula
A possível tarifa de 50% anunciada por Donald Trump sobre produtos brasileiros, caso ele retorne à presidência dos Estados Unidos, tem gerado preocupação em vários setores da economia. Segundo especialistas, os estados mais atingidos pela medida seriam Bahia, Ceará e Maranhão — regiões com forte atividade exportadora, sobretudo no agronegócio, mineração e indústria. Enquanto parte da mídia tenta transferir a culpa para Trump ou até mesmo Jair Bolsonaro, a verdade é que o maior responsável por essa instabilidade diplomática e econômica é o atual governo federal. Desde que voltou ao poder, Lula (PT) adotou uma política externa baseada em afinidades ideológicas, aproximando o Brasil de regimes autoritários e antidemocráticos como Venezuela, Cuba, China e Irã. Ao mesmo tempo, afastou o país das grandes potências ocidentais, como os Estados Unidos, com quem o Brasil tem laços históricos e uma balança comercial extremamente relevante. Essa escolha ideológica enfraqueceu a posição internacional do Brasil, prejudicando diretamente sua imagem no exterior. A falta de diálogo institucional com os norte-americanos abriu caminho para decisões unilaterais como a anunciada por Trump. O resultado disso recai sobre os trabalhadores, produtores e empresas brasileiras que dependem das exportações para sobreviver. A região Nordeste, que já sofre com baixos indicadores sociais e econômicos, será a primeira a sentir os efeitos de uma possível barreira comercial. Estados como a Bahia exportam soja, celulose, frutas e outros insumos em larga escala. A tarifa poderia tornar esses produtos inviáveis no mercado americano, resultando em perdas bilionárias, desemprego e retração da economia regional. Enquanto isso, o governo Lula parece mais interessado em discursos ideológicos e viagens internacionais milionárias, do que em garantir estabilidade econômica e bons acordos comerciais para o país. A diplomacia brasileira virou palco de militância, e quem paga a conta, como sempre, é o povo.