O deputado estadual Delegado Tito Barichello (PL) apresentou, na Assembleia Legislativa do Paraná, um projeto de lei que propõe a criação do Dia Estadual do Customizador de Veículos no Paraná. A data deverá ser comemorada anualmente em 5 de novembro e, caso aprovada, passará a integrar o calendário oficial de eventos do Estado.“A proposta busca reconhecer a importância social, cultural e econômica dos profissionais que atuam na customização automotiva, segmento que vem registrando crescimento significativo no Brasil e especialmente no Paraná”, justifica o deputado Delegado Xerifão.Além da criação da data, o projeto prevê que, durante a semana comemorativa, possam ser realizadas atividades de conscientização, valorização profissional e qualificação técnica, em parceria com associações e empresas do setor. Entre os objetivos estão incentivar a formalização da atividade, promover boas práticas e estimular eventos, exposições e ações educativas voltadas à área.O parlamentar destacou o papel estratégico da customização veicular na economia criativa e no fortalecimento de pequenos negócios. “Estamos falando de um setor que une técnica, inovação e criatividade, além de gerar emprego e renda para milhares de profissionais. Nosso objetivo é dar visibilidade e reconhecimento a esses trabalhadores que muitas vezes não recebem a devida valorização”, afirmou.O deputado Delegado Xerifão também ressaltou a relevância da cultura automotiva no estado, com destaque para Curitiba e região metropolitana, onde há forte presença de oficinas especializadas, clubes e eventos que atraem participantes de diversas regiões do país.A iniciativa também pode contribuir para o turismo e para o desenvolvimento econômico local, ao estimular encontros e atividades ligadas ao setor. Por fim, o parlamentar ressalta que a medida não gera impacto orçamentário direto ao Estado, tendo caráter simbólico, mas com potencial de retorno social e econômico relevante.
Deputado Delegado Barichello propõe criação do Dia do Customizador Veicular no Paraná
Entre segurança e legislação: Xerifão defende mudança para vigilantes
Projeto de Carol De Toni impede que crimes investigados em CPIs e CPMIs fiquem sem punição
Proposta permite que parlamentares avancem com denúncias caso o Ministério Público fique inerte Brasília – A deputada federal Caroline De Toni (PL-SC) apresentou um Projeto de Lei (1489/26) que fortalece a efetividade das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) e Comissões Parlamentares Mistas de Inquérito (CPMIs), garantindo que investigações robustas não terminem em impunidade. A proposta cria um mecanismo para evitar que relatórios com provas consistentes sejam esvaziados por decisões políticas ou pela falta de atuação dos órgãos responsáveis pela denúncia. Hoje, mesmo diante de indícios de crime, apenas o Ministério Público pode apresentar denúncia. O projeto prevê que um parlamentar leve a denúncia à Justiça caso não haja manifestação do Ministério Público no prazo de seis meses após o encerramento da CPI ou CPMI. A medida se aplica independentemente da aprovação do relatório final, impedindo que articulações políticas inviabilizem a responsabilização penal mesmo diante de evidências concretas. “Atualmente, vemos CPIs produzirem provas robustas, com quebra de sigilos, oitivas e documentos, mas que acabam sem consequência prática. Isso gera uma grave distorção: investiga-se, mas não se pune”, afirma a deputada.A iniciativa surge após episódios recentes em que investigações parlamentares produziram farto material probatório, mas tiveram seus resultados esvaziados, levantando questionamentos sobre a efetividade desses instrumentos. Segundo a deputada, o objetivo não é retirar prerrogativas do Ministério Público, mas assegurar que a inércia não se torne um obstáculo à justiça. “O Parlamento não pode ser palco de investigação sem consequência. Se há indícios de crime, alguém precisa responder. O combate à impunidade exige coerência entre investigar e punir”, destaca.O projeto reforça o papel institucional das CPIs e CPMIs e busca garantir que investigações sérias tenham desdobramentos concretos.
Deputado Delegado Tito Barichello oficializa filiação ao PL ao lado de Sérgio Moro
Na tarde desta segunda-feira, o deputado estadual Delegado Tito Barichello assinou oficialmente sua ficha de filiação ao Partido Liberal (PL), em cerimônia realizada na sede do partido na capital paranaense. O ato contou com a presença do presidente do partido estadual deputado Federal Felipe Barros (PL) e do senador Sérgio Moro (PL). Na ocasião a vereadora de Curitiba a Delegada Tathiana também se uniu ao PL.O deputado destacou sua gratidão pelo tempo em que esteve filiado ao União Brasil, mas afirmou que o novo momento representa novas oportunidades políticas. “Agradeço ao União Brasil que me abrigou por tantos anos, mas acredito que o PL oferece o espaço ideal para seguir defendendo os interesses da população paranaense e continuar meu trabalho em segurança pública e políticas estaduais”, afirmou Barichello. O parlamentar também comentou sobre as perspectivas de sua atuação dentro da nova sigla. “Nosso objetivo é fortalecer o partido no Paraná, dialogar com a sociedade e contribuir para a construção de soluções efetivas para os desafios que nosso estado enfrenta”, acrescentou.A filiação marca uma etapa estratégica na política estadual, reforçando a presença do PL no Paraná, especialmente em pautas de segurança e projetos de interesse social.
Diego Castro visita fábrica da BYD em Camaçari e questiona presença de trabalhadores chineses
Deputado esteve nas instalações da montadora, abordou a presença de estrangeiros e defendeu prioridade para a mão de obra baiana O deputado estadual Diego Castro (PL) visitou, nesta terça-feira (24), as instalações da fábrica da BYD, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, e abordou a atuação de trabalhadores chineses no empreendimento. Durante a visita, o parlamentar registrou vídeos no local e levantou questionamentos sobre a contratação de mão de obra estrangeira e a transparência nas informações divulgadas à população. A agenda ocorre em meio à repercussão nacional envolvendo a implantação da montadora na Bahia. Recentemente, o caso ganhou destaque após investigações do Ministério Público do Trabalho e da Inspeção do Trabalho apontarem irregularidades em contratações ligadas às obras do complexo, incluindo situações classificadas como análogas à escravidão envolvendo trabalhadores chineses. Além disso, o tema voltou ao debate público com a circulação de informações divergentes sobre o número de estrangeiros no local. Publicações nas redes sociais chegaram a afirmar que a empresa estaria trazendo milhares de chineses para ocupar vagas no estado, o que foi posteriormente contestado por checagens independentes, que esclareceram que os números divulgados se referem à projeção total de empregos do complexo, e não exclusivamente a trabalhadores estrangeiros. Durante a visita, Diego Castro destacou a necessidade de fiscalização e acompanhamento permanente do caso, especialmente diante do impacto econômico e social do empreendimento para a Bahia. O projeto é considerado estratégico para a indústria baiana e tem sido acompanhado de perto por autoridades e pela opinião pública. “O que está acontecendo aqui precisa ser esclarecido. A população baiana não pode ficar no escuro enquanto um projeto desse tamanho avança no nosso estado.” O deputado também reforçou a importância de garantir que a geração de empregos no estado priorize trabalhadores locais, ao mesmo tempo em que sejam respeitadas todas as normas legais relacionadas à contratação de mão de obra estrangeira. “A Bahia precisa de investimento, precisa de emprego. Mas isso não pode acontecer passando por cima da lei nem deixando o trabalhador baiano de lado. Quem é daqui precisa ser prioridade.” A fábrica da BYD em Camaçari é considerada um dos principais projetos industriais em andamento no estado, com previsão de expansão da produção e geração de milhares de empregos diretos e indiretos nos próximos anos.
CCJ aprova projeto que determina espaço exclusivo para produtos alimentícios similares no Paraná
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), aprovou na tarde desta terça-feira (24) o Projeto de Lei nº 177/2024, que obriga a acomodação de produtos alimentícios “análogos ou similares” em espaço único, específico e de destaque nos estabelecimentos comerciais do Estado.A proposta é de autoria do deputado estadual Delegado Tito Barichello (União), membro da Comissão de Defesa do Consumidor na Casa de Leis, e estabelece regras para a exposição desses itens em mercados, supermercados, hipermercados, centros de compras e demais estabelecimentos varejistas do Paraná.De acordo com o deputado Delegado Xerifão os produtos considerados “análogos ou similares”, ou seja, aqueles que possuem ingredientes e composição diferentes dos produtos originais tradicionalmente conhecidos, mas com finalidade e uso semelhantes, deverão ser comercializados em gôndolas separadas dos produtos de referência.O deputado Barichello afirmou que o projeto não proíbe produtos, não interfere em preços e nem limita a livre concorrência. Segundo ele, a proposta garante um direito básico do cidadão, saber, no momento da compra, se está levando um produto tradicionalmente conhecido ou um similar/análogo, com composição diferente.O parlamentar destacou que os produtos similares continuarão sendo vendidos normalmente. “O projeto não cria proibição, apenas organiza a forma de exposição para evitar confusão. O consumidor continua livre para escolher”, afirmou. Ele ressaltou que, atualmente, muitos itens são expostos lado a lado nas gôndolas, com embalagens e cores semelhantes, o que pode induzir ao erro visual, mesmo com as informações presentes nos rótulos.Delegado Xerifão também enfatizou que a proposta está alinhada ao Código de Defesa do Consumidor, especialmente no que assegura o direito à informação clara e adequada e veda publicidade enganosa. “Transparência não é burocracia, é respeito. Quem quiser comprar o similar poderá continuar comprando, mas com informação clara no ponto de venda”, concluiu.Autor da proposta, o deputado Delegado Tito Barichello destacou que a iniciativa não cria entraves ao setor produtivo, mas busca equilibrar a relação de consumo. “Nosso objetivo é assegurar que o consumidor paranaense faça escolhas conscientes, com informação clara e visível. Transparência é um direito básico”, afirmou.
Em seis dias e 180 km, mobilização “Acorda Brasil Paraná” conclui trajeto no Sul do país
Após percorrer 180 quilômetros em seis dias, o deputado estadual Delegado Tito Barichello (União) concluiu, nesta quinta-feira (19), a etapa paranaense do ato “Acorda Brasil Paraná – Caminhada pela Liberdade”. A mobilização terminou na divisa com o Estado de São Paulo, onde as bandeiras do Brasil, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná foram entregues simbolicamente a lideranças paulistas, marcando a continuidade do movimento.A caminhada teve início no sábado (14), na Ponte Rio Saí-Guaçu, em Balneário Coroados, na divisa entre Paraná e Santa Catarina. O grupo subiu a Serra do Mar com apoio de motociclistas e seguiu a pé pela BR-116 até alcançar a divisa paulista. Ao longo do trajeto, segundo os organizadores, houve recepção e apoio de moradores em diversas cidades.Participaram da mobilização a vereadora de Curitiba Delegada Tathiana Guzella (União), a pré-candidata ao Senado Cristina Graeml (União), além de apoiadores de diferentes regiões do Paraná. No encerramento da etapa, as bandeiras foram entregues ao deputado estadual Tomé Abduch (Republicanos) e ao ex-integrante do MST Pedro Poncio.O deputado Delegado Xerifão afirmou que a mobilização defende pautas como liberdade, democracia e anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023. Segundo ele, o movimento também cobra o que considera uma aplicação equilibrada da lei e o combate à corrupção no país. “Não é admissível assistir a tudo o que está acontecendo e acreditar que um pequeno grupo possa se sobrepor à vontade da maioria do povo brasileiro. Defendemos uma aplicação equilibrada da lei para pacificar o país, o fim da impunidade e um basta à corrupção. A sociedade não suporta mais essa situação”, declarou o parlamentar.Barichello destacou ainda que a expectativa do grupo foi alcançada com a chegada à divisa com São Paulo após seis dias de caminhada. De acordo com ele, a mobilização foi marcada por apoio popular ao longo de todo o trajeto.“Foram seis dias de caminhada intensa, mas também de grande acolhimento por parte da população. Em cada cidade por onde passamos, encontramos pessoas que compartilham da nossa preocupação com os rumos do país. Este movimento não se resume a uma pauta partidária, ele nasce do sentimento de cidadãos que defendem liberdade, respeito à democracia e justiça. Estamos aqui para pedir a revisão das penalidades aplicadas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, defender a anistia e reafirmar o direito à ampla defesa, inclusive do ex-presidente Bolsonaro. É uma mobilização que expressa a voz de brasileiros que querem equilíbrio institucional e segurança jurídica”, afirmou.A mobilização no Paraná é apresentada como continuidade de um movimento iniciado em janeiro pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que realizou trajeto de Minas Gerais até Brasília com a mesma pauta. O encerramento nacional do “Acorda Brasil” está previsto para o dia 1º de março, na Avenida Paulista, em São Paulo, onde novas lideranças devem se reunir para a manifestação.
Delegado Xerifão lidera etapa paranaense da caminhada “Acorda, Brasil” no feriado de Carnaval
O deputado estadual Delegado Tito Barichello(União Brasil) e a vereadora de Curitiba Delegada Tathiana (União Brasil) darão continuidade, no Paraná, à caminhada “Acorda, Brasil”, que acontece durante o feriado de Carnaval, a partir de sábado, 14 de fevereiro. A mobilização contará com a participação da jornalista Cristina Graeml (União Brasil). Após percorrer Santa Catarina, o movimento chega ao Paraná com a proposta de mobilizar apoiadores de pautas conservadoras. A chegada ao Estado foi marcada pela entrega simbólica das bandeiras do Brasil, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul às lideranças paranaenses. “Vamos continuar a caminhada no Paraná. É uma honra receber essas bandeiras e seguir firmes nessa jornada”, afirmou o deputado Delegado Xerifão. Segundo ele, a iniciativa busca fortalecer a participação popular e a defesa da liberdade de expressão. A vereadora Delegada Tathiana destacou o caráter pacífico e cívico do movimento, reforçando o convite para que a população acompanhe o trajeto. Inspirada em mobilização idealizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), a caminhada reúne apoiadores da anistia aos presos dos atos de 8 de janeiro e de pautas ligadas ao conservadorismo. No Paraná, o grupo seguirá em direção a São Paulo, promovendo atos e encontros ao longo do percurso. Convite à população Os organizadores convidam a população paranaense a participar da caminhada, acompanhando trechos do percurso ou comparecendo aos pontos de parada ao longo dos cinco dias de trajeto. Roteiro da caminhada no Paraná Dia 1 – Sábado (14/02) Saída às 8h da divisa PR/SC (Ponte Rio Saí-Guaçu– Guaratuba), com destino a Matinhos. Travessia de ferry-boat e encerramento às 18h na Av. Brasil (Matinhos). Percurso aproximado: 27,6 km. Dia 2 – Domingo (15/02) Saída de Matinhos às 8h, com parada para almoço em Praia de Leste e encerramento às 18h no Bar do Santana (divisa Morretes/Paranaguá). Dia 3 – Segunda (16/02) Saída às 8h em direção a Paranaguá pela BR-277, com encerramento na Banca do Samuca (KM 19). Dia 4 – Terça (17/02) Caminhada até o Centro Histórico de Morretes (parada para almoço) e encerramento na PR-410, na Pastelaria do Barbosa. Dia 5 – Quarta (18/02) Subida da Serra da Graciosa a partir das 8h, com encerramento no Portal da Graciosa ao meio-dia. A programação completa, com pontos de apoio e horários detalhados, pode ser acompanhada nas redes sociais dos organizadores.
Deputado Delegado Xerifão alerta população sobre risco de intoxicação por metanol e apoia projeto de lei para garantir informações sobre bebidas alcoólicas
O deputado estadual Delegado Tito Barichello(União), líder do Bloco de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Paraná, alerta a população sobre os riscos de intoxicação por metanol, após casos em São Paulo envolvendo cinco mortes investigadas e 22 suspeitas, todas relacionadas a bebidas alcoólicas clandestinas ou falsificadas. “No Paraná, já temos dois registros de intoxicação por consumo de bebidas adulteradas e seis novos casos suspeitos de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas. Dois ou três pacientes já estão recebendo o antídoto utilizado no tratamento, não podemos ignorar o risco. O metanol é extremamente tóxico e pode causar cegueira ou até a morte mesmo em pequenas quantidades”, destacou o deputado Delegado Xerifão. Diante deste cenário, o deputado Delegado Xerifão é coautor do Projeto de Lei Ordinária nº 393/2025, que estabelece regras para a informação obrigatória sobre bebidas alcoólicas nos estabelecimentos comerciais do Paraná, garantindo mais transparência e segurança ao consumidor. Entre os principais pontos do projeto estão: • Direito do consumidor: informações claras e visíveis sobre natureza, procedência e qualidade das bebidas. • Medidas para os estabelecimentos: placas com dados do fornecedor (nome, endereço, CNPJ, contato, QR Code) e possibilidade de registrar reclamações, sugestões ou elogios. • Selo “Beber Legal”: destinado a bares e estabelecimentos que cumprirem a lei, como subcategoria do selo Empresa Amiga do Consumidor. • Sanções: venda de bebidas sem procedência legal é considerada prática abusiva, com multas de 200 a 3 milhões de UFIR. • Abrangência: todos os bares e estabelecimentos similares no Paraná. • Objetivo: proteger consumidores de bebidas falsificadas ou adulteradas, garantindo transparência, rastreabilidade e segurança. O deputado reforça: “Nosso objetivo é proteger a população, garantindo que cada bebida adquirida tenha origem conhecida e possa ser consumida com segurança. A informação é a primeira linha de defesa do consumidor.” A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) orienta que, diante de suspeita de intoxicação, a população procure imediatamente um serviço de saúde. O Paraná conta com o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATOx), que auxilia profissionais no atendimento. Os principais sintomas de intoxicação por metanol incluem: • Até 6 horas: sonolência, tontura, dor abdominal, náuseas, vômitos, confusão mental e taquicardia. • Entre 6 e 24 horas: visão turva, fotofobia, dilatação da pupila, perda de visão das cores, convulsões e coma. A Vigilância Sanitária reforça cuidados para evitar o consumo de bebidas adulteradas: comprar apenas em estabelecimentos confiáveis, conferir lacres, selos, rótulos e notas fiscais, e desconfiar de preços muito baixos ou embalagens suspeitas. O deputado concluiu: “Com leis mais rigorosas e fiscalização eficiente, podemos reduzir riscos e garantir que o consumo de bebidas alcoólicas no Paraná seja seguro para todos.” Para orientação em caso de intoxicação ou dúvidas, o CIATOx disponibiliza os seguintes contatos: • Curitiba: 0800 0410 148 • Londrina: (43) 3371-2244 • Maringá: (44) 3011-9127 • Cascavel: (45) 3321-5261
Deputado Tito Barichello já havia denunciado fraudes antes da megaoperação contra o PCC e lidera CPI dos Postos de Combustíveis no Paraná
Líder do Bloco Parlamentar de Segurança Pública, o deputado Tito Barichello afirmou que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Combustíveis será um instrumento direto de combate ao avanço das facções criminosas no Paraná. “Essa operação revelou o que muitos já suspeitavam: o crime organizado se infiltrou no coração da economia formal. Postos de combustíveis estão sendo usados para lavar dinheiro sujo do tráfico. O Paraná não será refém do crime organizado”, declarou o deputado Delegado Xerifão. A criação da CPI foi motivada por uma reunião da Comissão de Fiscalização da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), realizada em 31 de março, que discutiu disparidades nos preços dos combustíveis e indícios do envolvimento de organizações criminosas no setor. Na ocasião, a chefe do Procon-PR, Claudia Silvano, explicou que o governo estadual não tem prerrogativa para interferir diretamente na definição dos preços, já que a Constituição garante o princípio da livre iniciativa. No entanto, destacou que a fiscalização pode atuar na composição dos combustíveis e na transparência das informações oferecidas ao consumidor. Paulo Fernandes, representante da Paranapetro, abordou a oscilação nos preços e a adulteração de combustíveis, citando práticas ilegais como a venda de etanol sem nota fiscal e misturas irregulares nos produtos. Ele também apontou que as variações de preço entre as regiões se devem, principalmente, a diferenças nos custos operacionais. A CPI tem como foco central investigar a presença e atuação de organizações criminosas no setor de combustíveis, com ênfase em possíveis crimes como lavagem de dinheiro, formação de cartéis, uso de violência contra concorrentes e eventual conivência de agentes públicos. “Estamos lidando com algo que vai além da economia. É uma questão de segurança pública, integridade institucional e proteção à população paranaense. O Estado precisa agir com firmeza”, reforçou Barichello. Facções dominando o setor A justificativa do pedido da CPI menciona informações de operações policiais, inteligência, reportagens e denúncias, indicando a presença de facções como o PCC, Comando Vermelho (CV) e Primeiro Grupo Catarinense (PGC) no controle de redes de postos de combustíveis. Estima-se que até 30% dos postos em SP estejam envolvidos nas fraudes — um modelo que pode estar sendo replicado no Paraná. Barichello conclui, “a Assembleia Legislativa tem o dever de reagir à altura dessa ameaça. Vamos investigar a fundo, responsabilizar os culpados e propor mudanças reais para proteger o povo paranaense.” Com a instalação da CPI, o deputado reforça sua posição como uma das principais vozes no combate ao crime organizado dentro do parlamento estadual, reafirmando o compromisso com a segurança pública e o fortalecimento do Estado de Direito no Paraná.
