
O presidente Lula desembarcou nesta segunda-feira (22) no Chile, onde participa de mais uma cúpula da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos). O evento reúne principalmente líderes de esquerda da América Latina, como Gabriel Boric (Chile), Gustavo Petro (Colômbia) e Nicolás Maduro (Venezuela), em encontros que reforçam o alinhamento ideológico do petista com governos que compartilham sua agenda política.
Mais uma vez, Lula volta a priorizar a agenda internacional e seus aliados ideológicos, enquanto o Brasil afunda em problemas urgentes: escalada da criminalidade, caos no INSS, desemprego, desvalorização da moeda e queda de confiança no governo.
A comitiva presidencial — como já virou rotina — é extensa e custosa aos cofres públicos. Mesmo com o país em crise, Lula parece mais interessado em manter prestígio junto a líderes da esquerda latino-americana do que apresentar soluções para a população brasileira.
A oposição critica duramente essa desconexão do governo com a realidade nacional. Para parlamentares conservadores, Lula ignora os problemas internos e prefere reforçar alianças com regimes autoritários e populistas da região, enquanto o povo brasileiro paga a conta — literalmente.
A viagem ao Chile soma-se a uma longa lista de compromissos internacionais do presidente, que já consumiram milhões em recursos públicos, com pouco ou nenhum retorno efetivo ao país.
