
A crise na educação básica se aprofunda sob o governo Lula. Segundo editoras, o Ministério da Educação (MEC) alegou falta de verba e decidiu restringir a compra de livros didáticos apenas às disciplinas de português e matemática para os anos iniciais do ensino fundamental. Todas as demais áreas do conhecimento — como ciências, história, geografia e artes — ficarão de fora.
Na prática, crianças de escolas públicas deixarão de receber materiais essenciais para uma formação completa, aprofundando ainda mais a desigualdade educacional no país. Especialistas apontam que a decisão fere a proposta de uma educação integral e plural, prejudicando o aprendizado e o futuro de milhões de alunos.
A medida expõe a incoerência de um governo que afirma defender a educação, mas que corta na base enquanto mantém gastos bilionários em propaganda, viagens internacionais, shows financiados pela Lei Rouanet e estrutura partidária. Educação virou, mais uma vez, moeda de troca ideológica e vítima do desgoverno.
