
A possível tarifa de 50% anunciada por Donald Trump sobre produtos brasileiros, caso ele retorne à presidência dos Estados Unidos, tem gerado preocupação em vários setores da economia. Segundo especialistas, os estados mais atingidos pela medida seriam Bahia, Ceará e Maranhão — regiões com forte atividade exportadora, sobretudo no agronegócio, mineração e indústria.
Enquanto parte da mídia tenta transferir a culpa para Trump ou até mesmo Jair Bolsonaro, a verdade é que o maior responsável por essa instabilidade diplomática e econômica é o atual governo federal.
Desde que voltou ao poder, Lula (PT) adotou uma política externa baseada em afinidades ideológicas, aproximando o Brasil de regimes autoritários e antidemocráticos como Venezuela, Cuba, China e Irã. Ao mesmo tempo, afastou o país das grandes potências ocidentais, como os Estados Unidos, com quem o Brasil tem laços históricos e uma balança comercial extremamente relevante.
Essa escolha ideológica enfraqueceu a posição internacional do Brasil, prejudicando diretamente sua imagem no exterior. A falta de diálogo institucional com os norte-americanos abriu caminho para decisões unilaterais como a anunciada por Trump. O resultado disso recai sobre os trabalhadores, produtores e empresas brasileiras que dependem das exportações para sobreviver.
A região Nordeste, que já sofre com baixos indicadores sociais e econômicos, será a primeira a sentir os efeitos de uma possível barreira comercial. Estados como a Bahia exportam soja, celulose, frutas e outros insumos em larga escala. A tarifa poderia tornar esses produtos inviáveis no mercado americano, resultando em perdas bilionárias, desemprego e retração da economia regional.
Enquanto isso, o governo Lula parece mais interessado em discursos ideológicos e viagens internacionais milionárias, do que em garantir estabilidade econômica e bons acordos comerciais para o país. A diplomacia brasileira virou palco de militância, e quem paga a conta, como sempre, é o povo.
